domingo, 28 de dezembro de 2008

Noite estrelada.

Caiu a noite estrelada
Límpida, úmida e colorida...

... Hoje chorei um mar de ilusão
Derrubei um sonho
Fiz miséria em teu coração

Voltei ferido de morte
Armado de paixão
Soluçando.

... Mas voltei.


Tela : Noite estrelada - Van Gogh

5 comentários:

Leveza de ser. disse...

As palavras não são minhas. São da língua. Coma-as, sinta-as, engula-as, bata nelas, brigue com elas, brinque com elas... e alcançará tudo quanto desejares.
Eis um conselho, de uma incrível pessoa que cursa Letras na UEFS. Passo-o adiante.
Passeie, vagueie, more, alugue, empreste este mundo de cá. Aqui és livre para ser.
Ser e me ter.

Leveza de ser. disse...

Voltou. Como quem ainda não queria voltar, não agora, não nesse tempo de olhos inchados e coração com esparadrapos. Não com o mar da ilusão com ondas desconcertantes... que voltou, não há oposição minha, posso meu bem, ao que me confere, abraçar-te nesse momento, ou naquele momento, ou num outro momento... abraço-te.
E sorrio, para desmoronar parte desse mundo e te relembrar da noite caída. Essa noite estrelada, límpida, úmida e colorida.
Colores então este coração ó jovem velho!

Thaís disse...

A gente sempre volta de algum jeito, e não é, Sorriso?

Ana disse...

e volte sempre, gostei do blog, e se, por acaso, responder isso aqui, te conto a história de como encontrei esse seu blog maravilho *_*

Ana disse...

o pior é que não sei te responder isso :S não sei, só tenho a visão da tal velha, pondo um vestido preto, passando o batom vermelho, algo meio espanhol, mexicano, com uma música espanhola (ou mexicana) tocando no fundo. Sei lá, eu meio que sempre penso nas coisas como um filme, mas nunca sei muito bem o que acontece com elas, por isso fico só nos textos curtos, contos ou crônicas, nao sei.
hahaha, nao ajudei muito né? (:
beijo